quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Girl

"Is there anybody going to listen to my story
All about the girl I can't stay?"

Hoje é dia 25 de fevereiro, fazem mais ou menos 12 horas em que eu posso ter feito a maior idiotice da minha vida... eu terminei a única coisa que parecia real nessa merda de vida. Eu terminei, porque sou fraco, porque não entendo como tantas coisas podem acontecer comigo, porque não tenho a capacidade certa de entender tudo, porque sou humano e... porque sou eu.

Mas, foda-se a mim, não importa o quanto eu fiquei magoado, não importa o quanto eu chorei, não importa o quanto eu pensei em ir pra qualquer lugar e não ficar mais aqui... não importa, porque eu não tinha o direito de magoar a pessoa que me ama, não tenho... e não terei novamente. De todas as coisas que eu fiz, essa é a única que me arrependo, ela não merecia... eu também não, claro... mas acredito que ela não sabia o que estava fazendo, e no fim eu acabei me magoando sozinho, e magoando ela na sequencia...

Que espécie de homem sou eu? Que fere aquela que ama? Que fere aquela que me ama? Que fere a única pessoa que achou alguma coisa de legal em alguém sem-graça como eu. Não há mais volta, não sei se eu quereria voltar, acredito que ela não quer voltar, mas voltar, pra continuar assim... não poderíamos mesmo.

Adeus, pedaço de mim que amava ela... adeus... pra sempre.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

3 meses...

Foram 3 meses... umas 15 tentativas de encontros... 48 dias em outra cidade... pelo menos 200 eu te amo... umas 30 conversas de voz... umas 12 ligações... foram algumas brigas e foram, também, dias difíceis de dormir esses... foram também algumas lágrimas, e foram também milhares de sorrisos... foram outros tantos beijos... foram algumas, tá bom, algumas mais um pouco, vezes de ciúmes... foram um monte de "vou te morder"... foram um monte de "eu sou feio pra caramba"... foram um monte de "vc é linda"... foram muitos sonhos... foram muitas expectativas... foram dias tristes, verdade... e foram muitos dias felizes também, felizes em saber que eu tinha alguém que gostava de mim... foram incertezas, foram vezes em que não me achei alguém legal pra você... foram dias em que eu não conseguia pensar em nada pra te animar, mas você sempre dizia que bastava eu estar com você... foram preocupações... foram doenças... foram dores... foram dias em que eu quis sim ser egoísta, e ter você só pra mim, e esquecer o resto do mundo, o resto das coisas, esquecer até mesmo a minha vida... e foram mais dias ainda onde tudo que eu queria era poder segurar a sua mão... foi saudade... foi vontade... foi desejo... foi confiança... foi frustração... foi medo... foram várias perguntas indiscretas, algumas estúpidas inclusive... foram 24 horas de antecedência escrevendo isso... foram outras tantas horas decidindo como fazer... foram confissões... foram segredos... foram omissões...

Foram dúvidas também, não podemos esquecer disso, você, quanto ao que eu sentia, eu, quanto ao que eu sentia, nós, quanto ao que resultaria disso tudo...

Mas foi amor... muito amor, admito que faltam coisas a fazer, faltam coisas a experimentar... faltam mesmo, e muitas, mas até lá... só posso dizer que eu te amo, como eu te amo, e como nunca amei outra pessoa, e aqui estou eu, sentado, ansioso, vendo as horas trabalhar, vendo os minutos correrem, sem você...

"..e nem vou te fazer sofrer..." nem eu... S2

Paciente... porque eu te amo... com todo o meu ser... minha pessoa errada ;*

domingo, 25 de janeiro de 2009

Fatos

Hoje eu decidi que as melhores horas pra escrever são quando eu não tenho absolutamente nada pra fazer... mas tenho muita coisa ao mesmo tempo... eu sei, parece complicado, mas é como se você tivesse uma casa toda bagunçada e daí fosse começando a fazer uma coisa e visse outra coisa pra fazer, e assim você largava uma pra fazer a outra, no fim do dia você estaria cansado e não teria feito nada, é mais ou menos assim. Mas... acho que se meus outros estados de espírito mereceram espaço, hoje esse também merece...

Estou pra começar uma coisa que me causa muito medo a bastante tempo... é quase como se eu tivesse uma certa fobia por isso... nessas horas eu devo ser a pessoa mais covarde do mundo... porque tenho medo de fazer o que eu mais quero fazer... tenho medo de amar... mas não por amar... tenho medo do que vem a seguir, quando o amor deixa de ser amor, quando tudo que você fez parece não valer mais do que um olhar... eu temo por mim e por quem eu amo, pois depois que eu me torno um com ela eu deixo de ser apenas eu, eu aceito por bem tomar dores, preocupações e felicidades dessa pessoa... mas ainda é difícil ceder assim, de forma tão simplória... entregar a coisa que eu mais confio a ela... ah, Deus, se tudo pudesse ser tão mais simples... se eu ao menos pudesse saber que há outro jeito... eu só posso rezar, rezar para que tudo corra como tem que correr e, principalmente, torcer pra que se algo tiver que dar errado, que dê comigo, porque eu prefiro ter a minha vida em pedaços outra vez do que deixar alguém que eu amo em qualquer situação parecida... eu sei que eu não deveria começar uma relação justamente pensando no que pode dar errado, mas não sei ser de outro jeito, e nem sei se gostaria de ser... só entendo que o que eu fizer daqui pra frente não vai ser meu apenas, mas nosso, e dessa forma minha responsabilidade será dobrada... se mesmo com tudo isso eu ainda quero, e se ela ainda quer... não posso dizer mais nada além de... eu te amo Fernanda...

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Brinquedo =P

Eu.. estou sem escrever aqui por algum tempo, mas é por uma boa razão, estou escrevendo um livro, pra mim parece interessante, e provavelmente pra alguns vai parecer também, espero sinceramente que não vire um best seller, best sellers atraem muita atenção desnecessária, muita gente apenas para criticar e não aproveitar o conteúdo, enfim não é sobre isso que eu vim falar, vim falar sobre algo que parece que virou moda por aqui, e comigo, então resolvi dar um espaço especialmente pra isso, e aqui vai:

Bill - O Seu Boneco com sentimentos desnecessários, aquele que sempre pode ser provocado, instigado, e até mesmo induzido a fazer muitas coisas, você não precisa se responsabilizar por nada disso, nada mesmo! Basta que encontre-o, ganhe um pouco de confiança, em breve, você será muito importante pra ele, de tal forma que ele faria muitas coisas por conta disso, e é aí que a brincadeira começa, vamos lá, jogue ele de um lado para o outro, dê-lhe falsas esperanças, finja que você está gostando do jogo também, e depois, não se esqueça, faça de conta que essas coisas nunca aconteceram, que nunca o conheceu, que nunca o ouviu, que nunca falou com ele, faça de conta até mesmo que tudo que ele disse foi faz de conta pra ele também, por quê considerar os sentimentos e palavras de alguém que (tecnicamente) não pode fazer nada? É super divertido, aproveite enquanto pode ^^, aproveite enquanto a primeira lágrima não cai... ... (não tem mais graça...)

domingo, 24 de agosto de 2008

Como é estranho...

Como é estranho acordar achando que fez algo errado... as vezes por achar que feriu alguém ou talvez nem ser mesmo isso... só por achar, já me sinto meio culpado, mesmo sem saber se estou mesmo certo ou não... como é estranho gostar de alguém e não poder, ou não haver espaço para se expressar isso... como se estivesse preso, contido num espaço menor ao que seria necessário inclusive para respirar... como é estranho olhar pro relógio e ver que os dias têm passado sem o seu consentimento... sem o seu auxílio... sem o seu conhecimento... como é estranho querer falar tanta coisa que nem se consegue imaginar de ansidedade mas depois... vira uma simples palavra... um simples gesto... e daí as coisas param... como se até mesmo o tempo esperasse que você fizesse algo pra ele te acompanhar... como é estranho ver as coisas como se não fizesse parte delas...

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Dias...

Dias em que desejei mudar, e vi que gostava de ser como era...
Dias em que desejei ficar, mas achei tentadora a idéia de conhecer gente nova...
Dias em que desejei ter super-poderes, mas achei uma terrível injustiça se só eu tivesse...
Dias em que desejei dormir e não acordar mais, mas sempre há um novo sol por nascer...
Dias em que desejei sonhar e permanecer lá, mas achei que se ao menos uma pessoa se importasse comigo, eu não poderia...
Dias em que desejei ter todos os meus amigos ao meu lado, mas achei que seria melhor que eles decidissem isso...
Dias em que desejei deixar de ser eu, mas não tenho idéia de como poderia ser...
Dias em que desejei matar alguém, mas... isso eu deixo que o destino resolva...
Dias em que eu desejei ter algo, mas o que já tenho, é suficiente...
Dias em que desejei gritar, mas percebi que é falando baixo, conversando, que as coisas se resolvem...
Dias em que desejei não ter nascido, mas que droga de irmão/pai eu poderia ser se não tivesse...?
Dias em que desejei ter só uma pessoa ao meu lado, mas vi que ignoraria todas as outras...
Dias em que desejei não ficar só, e pra isso eu não tenho explicação...
Dias em que, enfim, desejei não mais amar... porque... chega né? Dor demais, afeto demais, confianças demais, jogadas fora por indecisões e escolhas erradas...
Porque afinal, meu maior desejo, é saber que as pessoas de quem gosto, ficarão bem com ou sem mim, mesmo que eu desejasse estar lá, com elas a todo instante, esse direito não é meu, e mesmo que fosse, talvez eu não deixaria esse poder de escolha nas minhas próprias mãos...

sábado, 2 de agosto de 2008

Que dia...

É estranho... o efeito de olhar o mundo numa velocidade diferente... é estranho ver coisas que outras pessoas gostariam de ver... e é mais estranho ainda achar que isso tudo não passa de uma idiotice... não é agradável, ver o mundo andar mais rápido do que você pode acompanhar, e é exatamente isso que estou sentindo agora, não é como se eu tivesse usado alguma droga pra provocar isso, mas ao mesmo tempo, não posso dizer que não usei...

O sono, esse sim, tem poder pra muita coisas, pessoas usam drogas pra tê-lo, outras usam para não tê-lo, e aqui estou eu, resistindo à imensa tentação ou a vontade lástimavel de dormir, dormir aqui mesmo, não importa onde eu esteja, não importa com quem eu esteja... só queria poder dormir, e não apenas isso, queria dormir e não acordar mais, queria voltar aos meus tempos de criança em que pensar não era necessário, só comer, comer, e se divertir...